Autor : ASSIS CALIXTO (Samba de cĂŽco Raizes de Arcoverde)
Ă Andrelina,
os teus olhos sĂŁo azuis
Ă Andrelina,
parece o azul do ceu
Ă Andrelina,
quando eu te avistei
Ă Andrelina,
senti um cheiro de mel
Ă Andrelina,
mandei fazer um vestido pra mulher
Sapato pro pé
Duas carreiras de botĂŁo
Colchete, pressĂŁo
E eu pergunto a Dona Augusta
Se eu levo, se eu levo
Dois cravo branco na mĂŁo
Se eu levo, se levo
Dois cravo branco na mĂŁo
Ă Andrelina,
Tu pensa que eu nĂŁo te amo
Ă Andrelina,
Tais pensando muito errado
Ă Andrelina,
Quando eu te avistei
Ă Andrelina,
Eu fiquei apaixonado
Ă Andrelina,
mandei fazer um vestido pra mulher
Sapato pro pé
Duas carreiras de botĂŁo
Colchete, pressĂŁo
E eu pergunto a Dona Augusta
Se eu levo, se eu levo
Se eu levo, se levo
Dois cravo branco na mĂŁo
Se eu levo, se levo
Dois cravo branco na mĂŁo
Ă Andrelina,
Eu te quero e tu me quer
Ă Andrelina,
Isso Ă© prova de amor
Ă Andrelina,
Vou me casar com vocĂȘ
Ă Andrelina,
Vamos morar em Moscou
Ă Andrelina,
mandei fazer um vestido pra mulher
Sapato pro pé
Duas carreiras de botĂŁo
Colchete, pressĂŁo
E eu pergunto a Dona Augusta
Se eu levo, se eu levo
Se eu levo, se levo
Dois cravo branco na mĂŁo
Se eu levo, se levo
Dois cravo branco na mĂŁo
