Autor : PROF. SINISTRO
Mas quem sou eu
que quando chega da nĂł na garganta
mas quem sou eu
que quando chega seu corpo balança
Mas quem sou eu
que quando chega da nĂł na garganta
mas quem sou eu
que quando chega seu corpo balança
Sou eu capoeira
sou eu capoeira
sou eu berimbau
sou a cultura de um povo
como eu nĂŁo existe nada igual
mas quem sou eu
Mas quem sou eu
que quando chega da nĂł na garganta
mas quem sou eu
que quando chega seu corpo balança
Eu jĂĄ matei a sua sede
eu jĂĄ quitei a sua fome
abre o olho seu moço
que de mim ninguém se esconde
Mas quem sou eu
que quando chega da nĂł na garganta
mas quem sou eu
que quando chega seu corpo balança
NĂŁo sei se vocĂȘ se lembra
mas eu posso te lembrar
eu tirei vocĂȘ da rua
e lhé dei casa pra mora
hojĂ© tĂș diz pra todo mundo
e bate no peito com orgulho
que deixo a capoeira pra nĂŁo ser um vagabundo
Mas quem sou eu
que quando chega da nĂł na garganta
mas quem sou eu
que quando chega seu corpo balança
Lembra daquela quebrada a quizumba que tĂș arrumo
eu estava com vocĂȘ como amigo e protetor
meia lua/ cabeçada /rasteira /martelo /pisão / golpe certeiro e ligeiro que eu abençoe
.... Mas quem sou eu
Mas quem sou eu
que quando chega da nĂł na garganta
mas quem sou eu
que quando chega seu corpo balança
e nĂŁo venha me dizer que nada fiz por vocĂȘ
olha eu lidei caminho tĂș queria fama e poder
hoje tĂș anda por aĂ embosca da felicidade
quem acabo contigo foi a tal da vaidade
